terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O que custa abrir uma porta?!?

21.12.08
È preciso chamar os bombeiros?

6 mulheres. Depois da bubedeira de Sábado à noite a tarde de Domingo era para relaxar no sofá com uma garrafa de coca cola e um filme. Ao invés, passamos a tarde a suprimir a ressaca a arranjar soluções com quantos dedos tinhamos para conseguir a maldita porta do M. que se trancou ( eu já tinha dito antes que é frequente as portas trancarem-se!) , com os pertences da amiga da A. lá dentro e sem autorização para lá estar.

Quem não estava vestido vestiu se, tudo cá para fora. Com sorte janela do quarto do M. estava aberta. Certificamo nos que tudo o resto tava fechado.

Mal dei por mim, só ouço a sirene dos bombeiros, um carro enorme e uma vontade de apagar fogo!! Eu não estava lá mas há quem diga que foi notoria a tristeza na cara deles visto que n havia fogo, assim como foi notória a nossa quando um bombeiro se armou em Super-Homem e conseguiu abrir a porta, enquanto o nosso plano descanbava. Foi por um fio de cabelo. Vimos em três segundos a execução do plano perfeito falhar.

A saga da porta terminou tendo esta que ser pseudo-arrombada. Digamos que o M. não está nada contente com a situação. Valeu a aparição dos Bombeiros Sapadores em jeito de "Socorro",e o mulherio todo a babar-se.



P.S- Temos vizinhos estranhos. Quem pergunta: "Quem são os senhores?" a 6 bombeiros fardados com capacetes e o carro ao lado? Pensaria que era Carnaval?! "SOMOS OS BOMBEIROS".

Inquilinos, mudei a casa!

O nosso senhorio é uma decoradora promíscua. Falo de um ser cujo panfletos publicitários resumem-se a impressões de prédios tirados da internet. Para ajudar o eterno espírito natalício, resolveu colocar ao lado da magnífica publicidade, um ‘assustador Pai Natal’ que me assombra todos os dias enquanto caminho para casa. Falo ainda de uma pessoa cujo sentido de modernização se resume um computador de 1997 que apenas é utilizado umas quantas horas por umas das duas funcionárias que ele escolheu. Ainda não sei se as facturas são feitas em Excel. Falo ainda da pessoa que, nos vários prédios que possuí, achou por bem que as pessoas enquanto tomam banho adoram cozinhar e encetou meios no sentido de constituir uma banheira ao lado do fogão, isto tudo num minúscula cozinha. O dito senhorio, claramente perturbado... e perturbado pelo som do nosso andar, quer resolver então que o que falta naquela casa era uma carpete. Pois bem, não bastando ser um senhorio que de muito já tem de louco, como ainda resolveu decorar a casa dos seus inquilinos. Espero que no próximo Natal, ele ache por bem que faltam uns sofás novos e uns plasmas. Resta me ainda comentar que o senhorio andou a ler a Casa-Claúdia e quero crer que o tapete tratará por tu a época dos dinossauros. Se a moda pega, vou já comprar uma carpete ao monstro do Pézão que habita o segundo andar. Um claro, episódio do “Inquilinos, mudei a casa”. Para ajudar à festa, A. mostra-se sem resistência a obstar à entrada da carpete. Eu diria que estamos perante um encontro civilizacional de gostos. Mordomia... E a aguardar o episódio do "Aumento da Renda"

domingo, 21 de dezembro de 2008

We are We are...the youth of the nation

Poderia começar por fazer uma descrição de nós os 4. Não me apetece. Se conseguirem seguir as perípécias que se dão nesta casa perdida por Lisboa, vão nos conhecer ao longo do tempo.
Moramos juntos há um ano, apesar de eu, e o D. já morarmos cá há algum tempo. Não conto as discussões com a loiça, com a limpeza, com o lixo, ou com a tinta do cabelo da A. que ela insiste em espalhar pela casa. Não vou também contar as portas que se batem ou ao barulho que fazemos e os bilhetes que outro residente insiste em pôr na nossa porta, por secarmos o cabelo à meia noite, ou por a A. falar no skype com a familia às tantas.
Muito menos vou tocar agora nas pessoas que pernoitam cá por algum tempo e deixam cá as tralhas, ou os mendigos que chamamos cá quando uma porta seranca e não temos como abri-la.
Ou mesmo as pessoas que confudem a nossa casa com o dentista e aproveitam a porta aberta e se sentam no nosso sofá (como se fosse uma sala de espera).
È por aqui que termino este pequeno post de apresentação da nossa HomeSweetHome, que como tempo alguem irá permonizar melhor...